A Família Estigmatina é chamada a aprofundar sua experiência pessoal e comunitária com Jesus.

Como?
Nosso desejo é que, em 2008, nos lugares e realidades onde exercemos algum ministério, tenhamos o mesmo espírito a partir do gesto estigmatino do acolhimento.

Porque?
“As relações humanas, tão fundamentais na vida, têm sido deixadas aos planos inferiores, traçados pela correria do dia-a-dia e pela busca constante da sobrevivência. Diante da frieza, do desprezo e do abandono, fenômenos das relações apressadas, o medo toma conta de nós e nos paralisa. Somos profundamente carentes de afeto, consideração e respeito! Por isso, para que sejamos mais felizes, precisamos cultivar o acolhimento como marca da relação que queremos construir nas famílias, com Deus, na comunidade e na sociedade.’’
(agenda da CAJU 2008)
           
Quem? Onde?
Nós e os que convivem conosco nas paróquias, escolas, universidades, projetos sociais e nos diferentes ministérios e funções que temos e/ou exercemos.

Para que?
Para que possamos marcar as pessoas, instituições e as relações interpessoais
com o nosso acolhimento,
como uma Boa-Notícia para todos, imprimido assim nossa estigmatinidade.



Espírito do gesto comum:
“É de grande vantagem
para uma obra espiritual,
encontrarem-se duas pessoas
unida pelo mesmo pensamento”

São Gaspar Bertoni.



Foto do Mês